
A senadora Tereza Cristina e o senador eleito Guilherme Derrite se manifestaram publicamente contra a decisão da federação União Progressistas, que reúne o União Brasil e o PP, de apoiar a reeleição de Davi Alcolumbre para o comando do Senado Federal. O anúncio do bloco partidário foi formalizado pelos presidentes das siglas, Ciro Nogueira e Antonio Rueda, sob a justificativa de buscar estabilidade institucional. Contudo, a movimentação gerou descontentamento interno e evidenciou divisões nas bancadas.
Tereza Cristina criticou a antecipação dos acordos e ressaltou que a eleição ocorre apenas em fevereiro de 2027, destacando que os novos parlamentares eleitos sequer foram diplomados e possuem o direito de expressar suas vontades. A senadora defendeu a soberania do voto secreto e indicou que mantém o interesse em disputar o cargo. Guilherme Derrite foi ainda mais direto ao rejeitar a orientação partidária, afirmando textualmente que não votará em Alcolumbre e criticando a postura do atual presidente da Casa diante de pautas caras à direita, como os pedidos de impeachment de ministros do Supremo Tribunal Federal.





