
Os consumidores atendidos pela Celesc seguem sentindo no bolso o impacto do reajuste tarifário anual aprovado pela Agência Nacional de Energia Elétrica. As novas tarifas passaram a valer em 22 de agosto de 2025 e têm vigência até 21 de agosto de 2026.
O aumento médio aprovado foi de 13,53%, mas o impacto varia conforme o perfil de consumo. Para consumidores residenciais, o reajuste foi de 12,30%. Já para consumidores de baixa tensão, o índice médio ficou em 12,41%, enquanto os consumidores de alta tensão tiveram reajuste médio de 15,80%.
Segundo a Aneel, os índices foram influenciados por custos relacionados a encargos setoriais, componentes financeiros, compra, transporte e distribuição de energia elétrica. Na prática, isso significa que o aumento não depende apenas da distribuidora, mas de uma série de fatores que compõem a tarifa paga pelo consumidor.
O reajuste reacende o alerta para o planejamento do orçamento familiar, principalmente em períodos de maior consumo de energia. Com a chegada do frio, muitos catarinenses acabam utilizando mais chuveiro elétrico, aquecedores e outros equipamentos que pesam na conta no fim do mês.
A orientação para os consumidores é acompanhar o consumo mensal e adotar medidas simples de economia, como reduzir o tempo no banho, desligar aparelhos da tomada quando não estiverem em uso e dar preferência ao uso consciente de equipamentos elétricos.









