
Escolas particulares de Santa Catarina estão contestando a lei federal que determina mudanças no calendário escolar de 2027 por causa da Copa do Mundo Feminina, que será realizada no Brasil. A legislação prevê que instituições públicas e privadas ajustem as férias do primeiro semestre para coincidir com o período da competição.
A medida tem gerado preocupação entre representantes do setor educacional, especialmente pelo impacto na organização do ano letivo. As escolas alegam que a mudança pode comprometer o planejamento pedagógico, o cumprimento da carga horária e a rotina de estudantes, famílias e professores.
A Copa do Mundo Feminina de 2027 será um evento histórico para o país, mas a obrigatoriedade de adaptação do calendário escolar abriu discussão sobre autonomia das instituições de ensino e possíveis prejuízos ao aprendizado.
O assunto ainda deve render novos desdobramentos, principalmente entre entidades educacionais, governos e famílias, que acompanham como a regra será aplicada na prática em Santa Catarina.








